Se soubesses o que a tua ausência me causa…
Será que se soubesses estarias tão longe?
Esse silêncio que me consome os pensamentos,
O riso que ainda não esqueci,
O momento em que o nosso olhar se cruzava.
Será que se soubesses o quanto me dói hoje,
O quanto me doeu antes,
Será que me tinhas dito, com todas as palavras,
Sim. Sim!
Culpo-te a ti mas talvez tenha sido eu
Em vez de gestos, em vez de actos,
Podia-te ter dito em palavras o que eras para mim,
Tenho-as cá dentro, bem no fundo do meu ser
Palavras que nunca disse a ninguém,
Mas esperei…
Esperei que fosses tu a dizer algo
Hoje espero pelo dia que te veja,
Para ficar calada, mais uma vez
E te deixar sorrir sem nada saber.
Não tenho rumo. Sei disso. Já não me debato e apenas aceito tal facto. Acompanhem-me nas viagens sinuosas e imprevisíveis que faço.
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sexta-feira, 10 de março de 2017
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Insónias
Pensamentos que me deixam acordada,
Noites, dias, horas.
Se apenas conseguisse esquecer,
Nem que por uns dias.
Se a tua ausência significasse o silêncio.
O silêncio da minha cabeça.
O acalmar do meu coração.
Não peço sorrisos.
Felicidade.
Apenas quero-te esquecer.
Apagar este sentimento que em mim vive,
Que em mim cresce.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Alguns chamam-lhe magia
Alguns chamam-lhe magia,
Outros maldição.
Para uns é fraqueza,
Para outros é poder.
Há pessoas que sorriem quando dizemos a palavra.
Outras desvanecem nos próprios pensamentos.
Uns mudam quem são para agradar,
Enquanto outros são transparentes como a água.
Há quem se esconda atrás de muralhas
E há quem não tenha medo da aventura.
Afinal, o que é o amor sem dualidade?
Outros maldição.
Para uns é fraqueza,
Para outros é poder.
Há pessoas que sorriem quando dizemos a palavra.
Outras desvanecem nos próprios pensamentos.
Uns mudam quem são para agradar,
Enquanto outros são transparentes como a água.
Há quem se esconda atrás de muralhas
E há quem não tenha medo da aventura.
Afinal, o que é o amor sem dualidade?
| http://ivanradev.deviantart.com |
sábado, 22 de fevereiro de 2014
O Regresso - Tenho medo de te amar
Já há muito que não escrevia... uma ausência de meses que se fez notar, pelo menos cá dentro.
E ao que se deve este regresso? Pura e simples vontade de voltar a escrever o que me vai na alma. Escrever para mim, para ti, para aqueles que não conheço e escrever para ninguém. Aqui fica ;)
Tenho medo de te amar.
Olho para ti e sinto o sorriso na minha cara.
Sei que nunca irei conseguir dar-te o que mereces,
O que queres, o que precisas.
Luto comigo mesma,
Todos os dias, todos os minutos.
Sou feliz em pensamentos,
Nos sonhos mais profundos que teimam em não me deixar.
Na realidade não sou mais do que mais uma pessoa,
Uma pessoa cobarde que sabe que o é.
E assim vivo,
Com esta guerra civil na terra do amor.
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