Um dia cheio de tudo.
Um dia cheio de nada.
Um dia em que podes mudar o Mundo.
Um dia em que o podes destruir.
Um dia podes acordar e apreciar o que te rodeia.
Um dia podes adormecer para sempre.
Não é só uma medida de tempo...
É a diferença entre agir e ficar parado.
É viver em vez de ficar impávido
Agarrar o tempo de mão fechada
E gritar bem alto.
(Texto by Catherinne Duarte)
Não tenho rumo. Sei disso. Já não me debato e apenas aceito tal facto. Acompanhem-me nas viagens sinuosas e imprevisíveis que faço.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Voar
Sinto as cordas ainda enroladas em mim.
Presa nos movimentos tento cantar,
Mas a força delas é tanta que nem a voz me sai.
Puxo e quanto mais puxo mais me enrolo,
Mais me aperta !
E quando as cores começam a desvanecer,
Quando tudo fica desfocado,
Apareces e sorris.
Soltas lentamente tudo o que me prende,
Cuidadosamente para me habituar.
Falas comigo e tudo volta a parecer normal.
Simples palavras e um olhar cheio de emoção
Dão-me o que preciso para voltar a voar.
(Texto by Catherinne Duarte)
Presa nos movimentos tento cantar,
Mas a força delas é tanta que nem a voz me sai.
Puxo e quanto mais puxo mais me enrolo,
Mais me aperta !
E quando as cores começam a desvanecer,
Quando tudo fica desfocado,
Apareces e sorris.
Soltas lentamente tudo o que me prende,
Cuidadosamente para me habituar.
Falas comigo e tudo volta a parecer normal.
Simples palavras e um olhar cheio de emoção
Dão-me o que preciso para voltar a voar.
(Texto by Catherinne Duarte)
domingo, 31 de outubro de 2010
I'm On The Road To Hapiness by Catherinne Duarte
E aqui fica mais uma brincadeira minha, espero que gostem. A música chama-se I'm On The Road To Happiness e é da grande Rita Redshoes.
sábado, 30 de outubro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Medo
Quem dorme à noite comigo
É meu segredo,
Mas se insistirem, lhes digo,
O medo mora comigo,
Mas só o medo, mas só o medo.
E cedo porque me embala
Num vai-vem de solidão,
É com silêncio que fala,
Com voz de móvel que estala
E nos perturba a razão.
Gritar quem pode salvar-me
Do que está dentro de mim
Gostava até de matar-me,
Mas eu sei que ele há-de esperar-me
Ao pé da ponte do fim.
(Medo - Amália Rodrigues)
É meu segredo,
Mas se insistirem, lhes digo,
O medo mora comigo,
Mas só o medo, mas só o medo.
E cedo porque me embala
Num vai-vem de solidão,
É com silêncio que fala,
Com voz de móvel que estala
E nos perturba a razão.
Gritar quem pode salvar-me
Do que está dentro de mim
Gostava até de matar-me,
Mas eu sei que ele há-de esperar-me
Ao pé da ponte do fim.
(Medo - Amália Rodrigues)
sábado, 14 de agosto de 2010
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