Não tenho rumo. Sei disso. Já não me debato e apenas aceito tal facto. Acompanhem-me nas viagens sinuosas e imprevisíveis que faço.
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Noites
Noite 1
Chorei. Depois de um dia quase perfeito, cheguei a casa feliz, mas logo tudo se desmoronou. Com meia dúzia de palavra conseguiu-me destruir. Aguentei até a sua saída e depois, logo senti as lágrimas a percorrerem-me o rosto. É terrivelmente fascinante como uma pessoa tem tanto poder sobre mim, esta pessoa, não uma qualquer. O seu silêncio vai-me corroendo todos os dias. As suas palavras espetam-me a carne sensível. Cerro os dentes. E ao pensar nela pergunto-me: Como é que consigo amar e odiar tanto uma pessoa?
Chorei. Depois de um dia quase perfeito, cheguei a casa feliz, mas logo tudo se desmoronou. Com meia dúzia de palavra conseguiu-me destruir. Aguentei até a sua saída e depois, logo senti as lágrimas a percorrerem-me o rosto. É terrivelmente fascinante como uma pessoa tem tanto poder sobre mim, esta pessoa, não uma qualquer. O seu silêncio vai-me corroendo todos os dias. As suas palavras espetam-me a carne sensível. Cerro os dentes. E ao pensar nela pergunto-me: Como é que consigo amar e odiar tanto uma pessoa?
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Confusão
E cada vez mais sinto a minha cabeça a rodopiar.
Vozes cá dentro que não me deixam respirar,
Não me deixam viver,
Aproveitar o sol.
É a confusão que para aqui vem,
Que me faz duvidar e que me incita a desistir.
(Texto by Catherinne Duarte)
Vozes cá dentro que não me deixam respirar,
Não me deixam viver,
Aproveitar o sol.
É a confusão que para aqui vem,
Que me faz duvidar e que me incita a desistir.
(Texto by Catherinne Duarte)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
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