segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Tu

É difícil escrevê-lo.
Dizer-te o quão especial és.

Se pudesse, abraçava-te para todo o sempre.

Faria-te sentir segura todas as noites.

Dir-te-ia, com palavras pomposas, todos os talentos e virtudes que vejo em ti.

Sei que nunca te conseguirei olhar nos olhos e dizer-te tudo isto.
Mas pelo menos tenho escrito. 
 
Tenho cravado neste pequeno segundo, o tudo e o nada, do que representas para mim.

Tu.

domingo, 31 de agosto de 2014

Poesia inacabada


Coloquei-te na prateleira e esperei.
Esperei que o pó assentasse.

Pensei que estavas arrumada. 

Sei que te guardei de repente e sem aviso
E assim, com a mesma rapidez,
Trouxeste uma brisa que tudo levantou.

Invejo a simplicidade que trazes.
A inocente ignorância em que vives,
Sem nada complicares.

Complicas-me a mim.

És a melodia infinita,
A poesia que não conseguirei terminar.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

E de repente, sem que nada o anunciasse, surgiste...






Passeamos.
Rimos.
Olhamo-nos nos olhos.

Esqueci quem me prendia o pensamento.

Afastaste a núvem que pairava sobre mim
E sem que me apercebesse, sorri.

sábado, 26 de julho de 2014

Manhãs



Acordei. Levemente.
De olhos fechados esbocei um sorriso.
Senti-te a meu lado.
Dormias silenciosamente.
Perdida no mundo dos teus sonhos.

Dei por mim mais perto do teu corpo
E assim, abriste os olhos.
Esses verdes olhos que me fazem perder o norte.

E foi nesse momento que a realidade se abateu.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Chuva e saudade


Saudades tuas.

Quero poder aninhar-me no teu corpo quente.
Sentir o teu doce cheiro e sorrir.

Quero ouvir a chuva de Verão lá fora,
As pessoas a caminharem,
As crianças aos gritinhos.

Quero olhar-te nos olhos e perder-me.
Perder-me na tua imensidão.

Quero poder tocar-te
Tocar-te ao de leve nessa pele macia.

Tenho saudades do tempo que era nosso,
Das manhãs que nunca acabavam.
Dos sorrisos que nunca se esgotavam.

Tenho saudades.
Tuas.
Nossas.
De quem eu era contigo.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Presa

Por vezes nada parece fazer sentido.

Parada.
Sinto-me parada no tempo que avança.

Quero correr, sentir o vento na cara,
Sorrir e acalmar o coração.

Estou presa a este banco que me fere as mãos.
Escorre-me o sangue quente e as lágrimas salgadas.

Sei que estarei para sempre presa.

Presa sem sentido.
Apenas com o frio deste interminável Inverno.
Amarrada a mim própria e ao passado.

I Can't Make You Love Me



Turn down the lights,
turn down the bed,
turn down these voices,
inside my head

Lay down with me,
tell me no lies,
just hold me close,
don't patronize me

Cause I can't make you love me
if you don't,
you can't make your heart feel
something it won't,
here in the dark,
these final words
I will lay down my heart
and I feel the power
but you don't,
no you don't

Cause I can't make you love me,
if you don't

I'll close my eyes,
Then I won't see
The love you don't feel,
when you're holding me
Morning will come,
and I'll do what's right
Just give me till then
To give up this fight
And I will give up this fight...

Cause I can't make you love me if you don't
I can't make your heart feel,
something it wont,
Here in the dark
These final words
I will lay down my heart
And I feel the power
but you don't,
no you don't

I can't make you love me if you don't
If you don't,
no you, no you won't

I found love darlin' 
Love in the nick of time
I found love darlin' yeah,
Love in the nick of time