domingo, 28 de março de 2010

Desejo

Sinto.


Sinto cá dentro como nunca senti,
O desalento...


Palavras proferidas sem qualquer razão,
Cortam-me a pele sem qualquer perdão.
Lágrimas sentidas percorrem-me a face
Procuram um lugar sem nunca o encontrar...


Refugiu-me no meu canto,
Isolando-me de tudo
E claro que sem espanto
Contínuas mudo.


Até ao dia em que me rebelar,
E para mim jurar,
Que não é vida para ninguém
Ouvir e calar.


(Texto by Catherinne Duarte)

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